segunda-feira, abril 11, 2011
quase tudo
terça-feira, fevereiro 15, 2011
Discurso Formatura Letras, turma 07
sexta-feira, fevereiro 04, 2011
Clementine
sábado, janeiro 29, 2011
Fios
domingo, dezembro 26, 2010
mulher no fim do ano, mulher no fim do mês.
quinta-feira, outubro 14, 2010
segunda-feira, setembro 13, 2010
quarta-feira, julho 21, 2010
saudade
quarta-feira, julho 07, 2010
Volta para casa e come, é a única serotonina que te resta pra hoje. Sua anta, colocou molho de tomate na comida, atacou a gastrite. Ok, vai jogar baralho para distrair a cabeça. Mas você ainda ta pensando nele. Azar no jogo, perdeu as três quedas. Você continua cansada e manda todo mundo embora pra dormir. dor dor dor, vai deitar, que o dia já acabou. O dia já acabou e o outro dia chegou, e você nem notou. Um dia que não se parece, nem um pouco com os outros dias. Falta só um dia para você ver quem faz aniversário hoje, um dia para voltar a fazer sentido o resto das coisas que não combinam com seu dia a dia. Falta um dia, você aguenta, eu sei. A saudade é que não...
domingo, março 14, 2010
minhas linhas, seus desenhos.
eu guardo seus desenhos como uma espécie de masoquismo assustadoramente doce, porque eu sei que eu nunca vou ter a formas e nem as cores certas de um bom desenho e nem como folha de papel em braco eu sirvo, nasci assim, meio parda e manchada por algumas saudades de outras vidas não-vividas. Sabido disso, eu sigo guardando seus desenhos como forma de lembrar que você sabe, como um verdadeiro artista, redesenhar linhas e transformar qualquer flor murcha em uma verdadeira obra de arte
quarta-feira, março 10, 2010
Meu pedido de desculpas...
Eu venho pedir desculpa por tirar a possibilidade de publicar como "anônimo" nesse blog. Eu sei que muitos dos comentários lindos e mais recorrentes viam de pessoas que só escreviam o nome - real ou não. Eu adoro tudo, de coração. E me emociono toda vez que vejo totais desconhecidos em sintonia com o que eu escrevo e partilhando as mesmas sensações.
Entretanto, alguém com muito tempo livre (e com extrema falta de sexo) tem me ameaçado constantemente fazendo uso dessa opção. Aos outros, que nada tem com isso, meu pedido de desculpas.
Um beijo vermelho,
Rosa.
quinta-feira, fevereiro 25, 2010
quarta-feira, fevereiro 24, 2010
A gente sempre tem dois caminhos
domingo, fevereiro 21, 2010
terça-feira, fevereiro 16, 2010
quarta-feira, janeiro 13, 2010
Assim, de papel.
sexta-feira, janeiro 08, 2010
palavra dói.
sábado, janeiro 02, 2010
Eu sinto.
segunda-feira, dezembro 28, 2009
Ela carrega entre os seios um segredo que não pode contar pra ninguém. No meio do decote perfumado, fica um pedaço de papel amassado escrito o motivo pelo qual ela hoje está aqui. Quando o tempo esquenta, Ela transpira e transforma esse intervalo entre os seios em um pequeno oásis no qual Ele, ávido, pretende chegar, ultrapassando suas pernas, sua barriga e buscando a primeira gota de água que lhe cabe daquele suor.
Quando Ela cansa de guardar o seu segredo, abre o soutien e o joga bem longe. O pequeno pedaço de papel desprende-se da pele quente e rola: primeiro pelas costelas, depois pela barriga, fazendo uma pequena curva enquanto passa pelo umbigo. O papel segue seu caminho pela sua bacia, pela virilha, pelas coxas, roçando a sua mancha da coxa esquerda, passando pela cicatriz do joelho, pela tatuagem da perna esquerda, pelo peito do pé, pelos dedos; no dedo e no chão.
Quem vê a patética cena fica se perguntando o porquê d’Ela de guardar um segredo assim, sem sete chaves, em um lugar quase exposto ao sol. Ela nunca responde e sorri, redobrando mais uma vez o velho papelzinho, que às vezes fica em forma de pergaminho e outras em forma de envelope, dando-lhe leves cócegas quando, por acaso, encosta-lhe o mamilo.
O pedaço de papel escrito só é lido por Ele, nas noites quase escuras em que ele aparece no quarto dela. O papel é sempre aberto delicadamente, por medo que rasgue, afinal, em teoria, é um segredo. Quando Ele chega, Ela logo tira a blusa abaixando o tronco e oferecendo seios a ele, como a pedir que por favor tirasse do peito dela aquela responsabilidade. E assim o faz. Ele tira o papel, abre e lê despreocupadamente. Amassa e lança longe enquanto segue beijando o pequeno risco que o papel, depois de horas, deixa entre os seios dela. Depois de beijá-La meticulosamente, sobe a sua boca até a altura da boca dela e, em forma de um gemido surdo, pede desculpa por não ter vindo antes e por ter jogado fora seu segredo. Não obstante, lembra-a de mais uma coisa: aquilo, Ele sempre soubera.
sábado, dezembro 26, 2009
Você é quem a Marcella ama. Você é quem a Rosa respira...
