sexta-feira, outubro 27, 2006

Estávamos sozinhos em casa. Eu e ele. Queria chegar mais perto, mas eu sabia que não devia. Mais, sabia que não podia. Papai me mataria e certamente, depois de tudo que ouvi de minha mãe, eu não deveria me arriscar. Podia acabar em barriga. Mas o corpo falava mais alto. Minhas mãos buscavam aquela forma deliciosa. Eu queria muito sentir o seu gosto novamente, eu precisava tê-lo outra vez, se derretendo, pra mim.
Meus poros pediam que eu pegasse e, sem medo de ser feliz, me entupisse daquela satisfação culposa de fazer o que não devia. Eu jovem, precisava me cuidar. Mas como? Era tão tentador. Naquela noite eu tinha que ter o direito de saciar qualquer desejo. Resolvi só chupar um pouco, só pra sentir o gosto. Não mordi, não fui tão ávida assim, tirei da boca quase que implorando pra deixar. Sentindo escorrer na minha saliva a vontade de permanecer com ele ali pra sempre. Satisfação. Se eu pudesse provar mais um pouco, um pouco mais afundo. Mas, deuses, é horrível querer chocolate quando se tem gastrite.

3 comentários:

Anônimo disse...

você me deixou com as pernas bambas, garotinha.

Vicinius!! disse...

Hauhauahua Buuud!!!
Ainda bem que é só gastrite...
Bom.. nem tenho que falar que eu amo você e que ufscar nos espera!!!!
BEEEEIJOOO

o pão da minha prima disse...

hauaaaaaaaaaaaaaaaaaauhahuauhuhahuahuahuahuauhauh



cara...genial